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Travessia Petrópolis x Teresópolis – Serra dos Órgãos

Travessia Petrópolis x Teresópolis – Serra dos Órgãos

A famosa Petro x Tere (Petrópolis x Teresópolis) não era uma novidade para mim, mas não tenho problemas em repetir um trekking, ainda mais esse, que é simplesmente lindo.
A travessia fica dentro do Parque Nacional da Serra dos órgãos (PARNASO), portanto para realiza-la é preciso comprar ingresso, pagar pelo camping entre outras coisas que listarei no final deste post.

Vamos começar do início. A aventura começou na compra do ingresso. Como o parque havia interditado a travessia por um tempo, por causa de um incêndio, muitas pessoas estavam aguardando a reabertura, por isso, no dia primeiro de abril os ingressos apareceram e sumiram em poucas horas. Foi uma correria para conseguir e depois outra correria para comprar a passagem do ônibus que também se esgotou em horas.
Confesso que essa parte foi mais difícil que a travessia, foi realmente estressante pra mim.

No dia 30 de abril, pegamos um ônibus no terminal Tietê em São Paulo e amanhecemos em Petrópolis e graças ao motorista que estava bem louco, chegamos antes do previsto. O grupo era composto pelos meus amigos Rafael (Seu Mochilão), Erika, Analu, Fábio e Rogério. O grupo era grande, porém todos com alguma experiência em travessias.

Tomamos um café na rodoviária e já começamos a pensar em como chegaríamos à portaria do parque. Havia duas opções, ônibus ou táxi, sendo que a primeira descartamos logo, pois seriam dois ônibus em pleno feriado, ou seja, levaríamos horas para chegar e por estarmos em sete (apareceu mais um trekker querendo rachar a corrida) resolvemos pegar um táxi e ir direto para a portaria.
Chegando lá, apresentamos os ingressos impressos, comprovantes de pagamento, termo de responsabilidade e a travessia foi liberada rapidamente (confira no fim do post todos os detalhes).

O INÍCIO – DIA 1

Começamos nossa caminhada por volta das 09:30h por um trecho bem sinalizado, mas mesmo assim sempre indico levar GPS, bussola ou mapa e pelo menos alguém do grupo precisa saber navegar.

O primeiro dia é basicamente subida. Você sai de novecentos e poucos metros e vai para aproximadamente 2.180m. Os atrativos do dia são a Cachoeira Véu da Noiva com 40m de queda (fora da rota, mas vale a pena) pedra do queijo, com uma linda vista para o vale do Bonfim e outras montanhas; o Ajax, um local com água e boa opção para descanso e a Isabeloca, o trecho de subida mais íngreme de Petrópolis. E é nesse ponto que preciso abrir um parêntese para dizer que houve mudanças. A Isabeloca, em homenagem a uma suposta passagem pelo local da princesa Isabel em lombo de mulas, é uma subida com muitas erosões e o parque fez algumas mudanças a fim de evitar o agravamento da situação, mas nada que a deixe mais suave.

Depois de vencê-la, o prêmio é o chapadão, um trecho tranquilo e se o tempo estiver bom, já se avista os Castelos do Açu. Mas, para nossa tristeza nesse dia só o vimos quando já estávamos em cima praticamente, pois havia muita neblina.
Chegamos bem cedo e cansados e fomos logo fazendo o check in (necessário) para podermos montar nossas barracas logo e assim almoçarmos de verdade.

Acampar no camping atrás dos castelos foi novidade pra mim, pois em 2013 fiquei atrás do abrigo. Não vi nenhuma vantagem em ficar atrás do abrigo novamente já que ele estava fechado para manutenção (por tempo indeterminado) e não havia como usar seu banheiro.
Nesse primeiro dia não deu pra ver muita coisa, subi o mirante inclusive, mas só fiz passar frio e queimar minha mão na corda, estava tudo branco, a neblina não deu trégua e não vi absolutamente nada. O jeito foi socializar e dormir cedo.
A noite foi fria, mas deu para dormir e descansar bastante, afinal o segundo dia é o mais divertido, certo?

Resumo primeiro dia

Total percorrido: 11.8 km (levando em conta a trilha da cachoeira Véu da Noiva)
Elevação Máxima : 2.163 m
Acampamento: Castelos do Açu (camping)
Tempo de trilha: 6 horas

O DIA DIVERTIDO – DIA 2

Acordamos bem cedo para ver o sol nascer, o tempo estava melhor e aproveitamos para tirar algumas fotos, tomamos café e partimos rumo à Pedra do Sino. Paisagens lindas nos aguardavam, assim como cinco vales para atravessar.

Eu estava bem animada e ansiosa para rever o elevador, o mergulho e o cavalinho. Oi? Mas o que são esses nomes!?
Eu vou tentar explicar. O elevador é uma “escada” de ferro, ou melhor, grampos de ferro pregados na pedra e que você usará para subir 50m de altura. É confiável? Garanto nada não, até porque estão faltando alguns grampos e você terá que se esticar um pouco para alcançar o de cima quando chegar à parte faltante. Tem corda no local? Não. Então tome muito cuidado, cinquenta metros é uma altura respeitável.

Agora vamos ao famoso mergulho, que alguns chamam de vale da morte. Resumindo, é um barranco, um “mergulho” encosta abaixo. Esse é um trecho técnico e demanda atenção. Usamos uma corda para facilitar a descida.
Nossa amiga Analu desceu primeiro e com seu olhar de escaladora já foi nos dando às coordenadas. Rafael foi na sequência e colocou a corda para descer as mochilas e servir de corrimão. Fábio também desceu e por fim sobramos eu e Erika e para nossa felicidade, apareceu meu amigo (e o melhor guia local) Geovane Rento que como uma lebre saltadora catou nossas mochilas e por pouco também não nos carregou até o fim do buraco. E só para constar, pra mim esse é o pior dos três obstáculos, prefiro que a coisa seja feia morro acima do que morro abaixo.

Por último e na sequência, do tipo que não dá tempo nem para se recompor, o tão esperado cavalinho. É uma subida íngreme com um abismo a sua esquerda e é considerado o ponto mais perigoso da travessia. O Parque deixa claro que é melhor atravessá-lo usando corda, e foi o que fizemos. A primeira a subir foi a Analu, ajudada por corredores de montanha que passavam no momento e os seguintes já puderam subir as mochilas com a corda que nossa amiga fixou no grampo logo após subir.
Confesso que não subi de primeira, o pé e a mão foram para os locais errados e eu estava um pouco cansada, então preferi voltar “uma casa”, respirar e tentar novamente e assim eu subi.

Esse segundo dia (Açu x Sino) é sinalizado, mas não igual ao primeiro (Portaria x Açu), portanto esteja preparado para navegar com bússola ou GPS.
Depois do cavalinho é só alegria, é andar mais um pouco e decidir se já sobe para a Pedra do Sino ou vai para o abrigo. No nosso caso fomos para o abrigo, pois o tempo estava fechado e não veríamos nada. Ainda tentamos ver alguma coisa (e até vimos) da Pedra da Baleia, e sim, existem duas pedras da baleia e essa fica atrás do abrigo, pegando uma trilha super curtinha.

Depois de tudo isso nada como um banho quente né? Pois é, no Açu o abrigo não estava funcionando, mas no Sino estava e então tomamos um banho quente, jantamos e capotamos em nossas barracas.

 

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Resumo segundo dia

Total percorrido: 8,4 km
Elevação Máxima : 2.275 m
Acampamento: Abrigo 4- Sino (camping)
Tempo de trilha: 7 a 8 horas

A DESCIDA ETERNA – DIA 3

O último dia é só descida, mas isso não me deixa feliz, pelo contrário, fico bem receosa com descidas, pois é aí que o joelho grita, que a gente solta o corpo, começa a virar o pé, a tropeçar em pedras, rsrsrs é ou não é?
O caminho para a saída não tem segredos, é bem marcado e pra baixo todo santo ajuda. E o que tem de legal no último dia?
Se o tempo estiver aberto tem mirantes com lindas paisagens e tem a cachoeira Véu da Noiva (again) só que essa é de Teresópolis e é um pouco menor, 16m de queda. Vamos combinar que o povo é meio sem criatividade quando se trata de cachu né? 90% é Véu da Noiva e os outros 10% ficam com os nomes fumaça, salto ou algo tão criativo quanto. Brincadeiras a parte, a cachu é pequena, mas bem lindinha, vale a pena parar e apreciar.

A trilha termina quando atravessamos uma porteira e adentramos o parque. Se ainda sobrar tempo e energia existem algumas trilhas menores para se fazer por ali, mas queríamos mesmo era almoçar. Eu estava com vontade de “bater” um pratão de arroz com feijão e um mega bife, então decidimos sair logo do parque e procurar um lugar para comer.

Quem já fez a travessia sabe que sair do parque é a pior parte, é uma descida eterna e enjoada, calçada com paralelepípedos, mas por sorte conseguimos carona para descer. Não que o carro coubesse todos nós, mas o moço era tão legal que ele fez caber. A carona foi do parque (parte alta) até a portaria, mas não pense que isso é pouco, é um adianto danado. Demos baixa nos termos (todos vivos) e já voltamos a sonhar com o pratão do almoço e assim começamos a andar para o centro de Teresópolis.

O grupo acabou se dividindo para almoçar, uma parte foi comer comida alemã servida por monges, rsrsrs, me desculpem, mas é verdade e outra parte foi comer churrasco na travessa com arroz, feijão, vinagrete e farofa (sem monge, please). Os farofeiros eu, Erika e Rafael precisávamos de sustança e comemos de fazer vergonha.

O resto do dia passamos andando pela cidade, que, aliás, vale uma visita, para esperar nosso horário de partir.

Resumo terceiro dia

Total percorrido: 9,6 km
Elevação Máxima : 2.189 m
Tempo de trilha: 4 a 5 horas

travessia Petrópolis x TeresópolisErika Koch, Rogério Aiello, Rafael Kosoniscs, euzinha, Analu Shiota e Fábio Morimoto

É importante lembrar: Se você decidiu fazer uma viagem de aventura, principalmente para fora do país, a recomendação é que você faça um seguro viagem com cobertura para esportes outdoor. Clique aqui para saber mais.
  • NOTA: Todas as fotos que usei dos meus amigos receberam os créditos. Aproveito para agradecer ao Thiago Haussig que me cedeu a foto do Cavalinho vista de longe, creio que ela faz jus à dificuldade do obstáculo.

Dicas para a travessia Petrópolis x Teresópolis

  • O pagamento das taxas, abrigo, camping, entre outros serviços do parque, devem ser feitos através do site: www.parnaso.tur.br
  • O parque aluga barraca, portanto, se quiser você pode diminuir o peso da mochila.
  • Da rodoviária de Petrópolis até a entrada do parque:
    De ônibus – a melhor opção é tomar um ônibus para o Terminal de Corrêas. De lá existem duas linhas que atendem ao Bonfim – a linha 611 (Bonfim) que tem ponto final a cerca de 1 Km da portaria e a linha 616 (Pinheiral) que chega mais perto, até a Escola Rural do Bonfim. Nos feriados essa opção pode ser bem demorada.
    De táxi – Direto da Rodoviária até a entrada do parque. O valor fica entre 80,00 e 90,00, tem que negociar.
  • Como chegar e retornar da travessia: Para quem mora em São Paulo dá para comprar a passagem pelo site da Águia Branca/Salutaris , é só comprar ida SP x Petropolis e a volta Teresópolis x SP.
  • Não esquecer de levar o ingresso impresso + comprovante de pagamento para apresentar na portaria do parque. Não deixar de levar também o termo de responsabilidade pelo grupo que fica disponível no seu cadastro do site assim que você efetua a compra do ingresso. Cada integrante pode fazer um termo ou uma pessoa do grupo pode ser responsabilizar por todos.
  • Se precisar de um guia, recomendo o Geovane Rento:
    Contato:
    21 99854-3742
    24 98814-3937
    geovanerento@ig.com.br
    Facebook: https://www.facebook.com/geovane.rento

Mapa da Trip

Trilha

Nível: Moderado
Data da trilha: 01/05/2015 a 03/05/2015
Total percorrido: 29,81 km
Pedra do Sino – 2.275 m
Castelo do Açu – 2.246 m

Arquivos

Tracklog no Wikiloc (25 pontos de passagem): Petrópolis x Teresópolis

Tracklog no Every Trail (todos os pontos de passagem):Petrópolis x Teresópolis

Custos

Ida

  • Ônibus São Paulo x Petrópolis = R$ 86,78
  • Taxas do parque:
    Entrada: R$ 58,00 (soma do valor das trilhas para os 3 dias)
    Camping: R$ 18,00 (cada camping/pessoa) – Opção 1 *****
    Abrigo Beliche: R$ 40,00 – Opção 2 *****
    Abrigo chão: R$ 25,00 – Opção 3 *****
    Banho quente: R$ 20,00 (abrigo do Açu com problemas, banho somente no Sino) – Opcional *****
    Aluguel de barraca: R$ 40,00 (o dia) – Opcional *****
    Taxa de Serviço: R$ 20,00

Retorno

  • Ônibus Teresópolis x São Paulo = R$ 96,39

Sobre Gisely Bohrer

Gisely Bohrer
Mineira de nascimento, Vila-Velhense (canela-verde) de coração, analista de importação, estudante de Turismo, blogueira e viciada em esportes. Trekking, corrida e musculação ocupam boa parte do seu tempo livre. Começou no trekking através do Clube de Desbravadores e desde então é sua paixão. Além dos esportes, ama viajar e ler um bom livro. Vive tudo intensamente para esta vida ser suficiente.

61 comentários

  1. Oi A Montanhista!

    Parabéns pelo roteiro e belo relato!

    Com relação à descida do mergulho para se usar corda, quantos metros seriam necessários?

    Obrigado e abraços!

    • Gisely Bohrer

      Oi Dalmo, tanto no cavalinho quanto no mergulho usamos uma corda de 6 metros. Qualquer dúvida pode perguntar 🙂

      • Nesses trechos em que é recomendado usar corda (mergulho e cavalinho) já existe os grampos na pedra?? O lance é só levar a corda e mosquetões? qtos mosquetões achas necessários?

        • Gisely Bohrer

          Oi Berna 🙂

          Sim já tem os grampos lá e sobre mosquetão, se quiser levar ok, mas nós não usamos, fica a seu critério 🙂

          Se tiver mais dúvidas pode perguntar.

  2. Gisely boa tarde, estava procurando a respeito dessa trilha e achei seu post que por sinal está muito legal. To pretendendo ir em setembro na trilha, mas nunca fiz a trilha e vai mais 2 amigos que nunca fizeram a trilha também, você recomenda contratar um guia?

    • Gisely Bohrer

      Oi Ígor, se ninguém fez a trilha antes e vocês não tem o costume de ir para trilhas desconhecidas, eu recomendo sim. A trilha não é de difícil navegação, mas como você deve ter lido, no segundo dia tem alguns obstáculos.
      No relato eu deixei o contato do Geovane que é guia lá, o melhor da região.
      Se precisar de mais alguma coisa, grita aqui 🙂

  3. Essa corda de apoio com 6 MTS tbm atende para segurança no cavalinho?

  4. Oi Gisely,

    De todos os relatos que li, o seu foi bem autentico! Parabéns!
    Aproveito para perguntar como foi ou como é utilizar o recurso GPS na montanha? É com aparelho celular ou tipo tablete?

    Costumo fazer trilhas pelo RJ e recentemente fiz pela Patagônia e pelo que vejo a maioria dos relatos e sites aqui é nível mais Hard devido a neblina e assim fico receoso de fazer. Pretendo fazer agora no feriado de Setembro.

    Obrigadão pela oportunidade de perguntar!
    No aguardo,

    • Gisely Bohrer

      Oi Jeff o GPS não se parece com nada que usamos, ou melhor, se parece com um GPS de carro rsrsrs. Existem cursos de GPS ou se tiver paciência dá para aprender sozinho e é sempre bom saber navegar seja com bússola ou GPS, nunca vou pro mato sem um dos dois, ou com os dois.

      No Brasil as trilhas não são bem sinalizadas como lá fora, portanto aqui é super necessário a navegação. Espero que eu tenha esclareciso dua dúvida, mas qq coisa grita aqui 😀

      • Obrigadão pelo pronto retorno!

        *correção: Tablet!!!!
        (odeio escrever errado, maldito corretor ortográfico) rs

        Vou me informar mais sobre isso, verdade seja dita nunca usei GPS ou Bussola exatamente como você escreveu: não são bem sinalizadas aqui. infelizmente.

        BRIGADÃÃO de novo!

  5. Oi Gisely! Vou fazer a travessia no próximo final de semana. Moro no interior do Estado do Rio e tenho um filho de 14 anos que mora em Goiás e está passando férias aqui comigo. Mandei o link do seu “relato” pra ele e o moleque, que já estava empolgado, não está se contendo de ansiedade pra chegar logo o dia.
    Pra dar um clima mais aventureiro, optamos por ir só nós dois e mais um amigo meu, sem guia. Para isso comprei um GPS Garmin eTrex 10 e já baixei a tracklog que você indicou.
    Todas as suas dicas estão sendo muito úteis no nosso planejamento, e espero que corra tudo bem.
    Parabéns pelo seu trabalho!

    Grande abraço,

    Ricardo.

    • Gisely Bohrer

      Oi Ricardo, espero que curtam muito a travessia. Não esqueça de baixar os termos e autorizações do parque, pois seu filho é menor de idade 🙂

      Depois me conte se foi tudo bem e se o seu filho curtiu a aventura 😀

      • Oi Gisely!!!
        Fizemos a travessia. Foi show!!! Acho que “seu esporte” ganhou mais um adepto: meu moleque! No segundo dia cheguei a pensar que ele não aguentaria, mas ele foi guerreiro. Usei sua tracklog e deu tudo certinho.
        Valeu!!! Grande abraço!!!

        • Gisely Bohrer

          Oi Ricardo fico feliz em saber que deu tudo certo. Que bom que seu filho gostou, pode ter certeza que ele vai querer mais rsrsrs

          Espero que façam outras travessias juntos. bjsss

  6. Ei, mais umas e creio q últimas dúvidas.
    Tem energia elétrica nos abrigos e podemos usar? Pra carregar baterias… Etc?
    Quem vai com barraca própria tem onde lavar os utensílios de cozinha?
    Acho q são só estas, ta chegando a hora!rs

    • Gisely Bohrer

      Oi Sérgio lá tem gerador, mas é só para o banho quente, não rola recarregar nada lá. Sobre local p/ lavar louça, fique tranquilo, tem o tanque do lado de fora do abrigo que serve para lavar louça. Espero que goste da travessia. Boa trip 😀

  7. Gisely,

    O código do wikiloc com ID 9627379 não foi encontrado no app. Poderia confirmar se é esse mesmo?

    Obrigado

    • Gisely Bohrer

      Oi Bernardo eu nunca usei tracklog por app, sempre no GPS, realmente não sei como funciona, mas até o momento pelo GPS todo mundo tem conseguido. Me desculpe por não saber ajudar.

  8. Boa noite, moça!
    Muito legal seu relato,muitíssimo detalhado, me animou bastante a ir.Eu estou começando a comprar alguns equipamentos e dei um travada no GPS, não consegui achar artigos ou videos que esclarecessem minha duvida, ai vim aqui encher teu saco hehe
    Eu estou de olho num GPS Garmin eTrex 30x, oque você acha? sabe se é um gps bom?
    Eu iria utilizar em minha idas pro mato e pra começar a praticar trekking.
    Desde já agradeço sua atenção.

    • Gisely Bohrer

      oi Elder boa tarde,

      Eu tenho um garmin etrex30 e não posso reclamar de nada. Para o que eu faço ele dá conta. Pode comprar sem medo 🙂

      Obrigada por acompanhar o blog.

  9. Olá, tudo bem?

    Gostaria de saber se vc tem algum contato de van para indicar, que poderia fazer o resgate entre as bases.???

    Obrigada..

  10. Olá, boa tarde
    Gostaria de saber quanto você gastou no total nessa travessia.
    Pra ter uma noção de preço mesmo. Uma média.

    Desde ja mt obrigada,
    Gabi

  11. João Marcelo Maschião

    Boa noite Gisele.
    Primeiramente. Parabens pela iniciativa e obrigado pelas inumeras informações.

    Tenho uma pergunta, que mês do ano vocês foram para la e quantos Graus chegou na noite mais gelada?

    Se puder, envie tbm a resposta para o neu e-mail? jmmaschiao@hotmail.com as vezes posso nao receber o aviso de resposta e ai ja viu . rsss

    E se puder, me adicione no face João Marcelo Maschião. Quero fazer algumas trilhas esse ano e a gente junta as galeras rsss

  12. Oi Gisely,
    parece que o abrigo do Açu ainda nao está funcionando.. Sabe se pelo menos o banheiro do lado de fora esta aberto?
    ou se tem bica com agua doce?

    • Gisely Bohrer

      Oi Renata. O banheiro que usei foi o do camping que fica atrás do castelos do Açu e qdo fui tinha água na torneira, mas assim, não é bom confiar pq tanto tempo abandonado pode ser q nem tenha água. Ou uma opção é antes de ir ligar p/ parque e perguntar. No final do post tem o site deles e dentro tem os telefones. Bjss

  13. É seguro ir sem guia?

    • Gisely Bohrer

      Oi Priscila, se você já é acostumada a fazer trilha, sim. Não sei se você leu no texto a parte que falo sobre o “elevador” que tem 50m de altitude e sobre por uma escada de grampos, o “cavalinho”, que tem um abismo na lateral, e até um pouco chato para subir, caso vc não tenha noção de escalada e o “mergulho” ou “vale da morte” que é um barranco de pedra que é considerado um trecho técnico.

      Nem sempre tem sinalização na trilha, por isso e pelos outros detalhes acima você deve decidir se é seguro fazer sozinha. Eu fiz com meus amigos, mas no fim do post eu deixei contato de um guia local que é meu amigo.

  14. Mesmo para quem ja fez a Travessia, ler seu relato é altamente instrutivo.

    Parabéns.
    #PETRILHEIROS Trilhas e aventuras.

  15. Oi Gisely,
    Sensacional o texto. Está me ajudando e muito!!!!
    Só uma dúvida. Como vocês fizeram saindo do parque em teresópolis até a rodoviária de teresópolis?

  16. Olá Gisely,
    Muito obrigado pelo seu relato e tracklog!
    Fiz a travessia neste feriado de tiradentes e deu tudo certo!
    Vlwwwww

  17. Olá Gisely, tentei baixar o arquivo do tracklog, mas deu erro. Poderia disponibilizar? Meu email é csismil@gmail.com.
    Abraço e parabéns pelo post.

  18. hahahaha…seu relato é EXATAMENTE tudo que concluí quando fiz a minha travessia!! kkkk…..parece que vc deu letras ao meu pensamento 😉

  19. Oi Gisely
    Obrigado pelas dicas de seu site. Uma pergunta, você acha que a travessia é melhor no sentido Petro-Tereso do que Tereso-Petro? Tem alguma referencia sobre isso?
    Obrigado mais uma vez.

  20. Olá, Gisely,

    Estou pensando em fazer o passeio e levar minha filha de 14 anos, ela joga futebol de salão pela escola dela – mas reclama bem qdo tem que caminhar. Vc acha que é impossível para quem ainda não corre uns 5/6 ou não tenha problemas em caminhar bastante.
    Qto a mim, tendo dado no a volta completa em Ibitipoca sem maiores problemas – exceto por um calçado inadequado – posso esperar um nível similar de cansaço?
    Sei que exige alguma técnica, mas o guia deve ser suficiente.
    Obrigado

  21. Eu fui na pedra do Sino em 2004 por ai ,e sei que só pagava para ficar nos abrigos !Acampei por uns 5 dias em uma área próximo ao abrigo e não cobravam não .Você pagava a entrada do parque e não tinha dia certo para sair também . Agora paga até para acampar ?? Não pode escolher um local e acampar não ? Agora tem dia certo para sair ? Alguém sabe mais informações ???? è necessário o uso de GPS ? Ou é possível zer a travessia sem o mesmo ? Pode se pagar entrada e ficar o tempo que precisar ou tem que agendar a saída ?

    • Gisely Bohrer

      Oi Roberto, Como está no final do post, você precisa agendar pelo site e fazer todos os pagamentos. O parque possui locais certos para acampamento, não se pode acampar em qualquer lugar e tem data para entrar e sair dele.
      Sobre uso de GPS, fica a seu critério, desde que você tenha a carta topográfica do local e bússola, eu nunca aconselho a fazer nenhuma trilha sem ter como navegar.
      Acesse o site do parque para mais informações e valores atualizados, pois os valores que informei podem estar desatualizados.

  22. Gisely, tudo bem?

    Como faço para baixar o mapa? Eu tenho garmin etrex

  23. Onde pode comprar carta topographical do trilha? Teinoja em Tere por isso?

  24. Oioi os pontos de GPS precisa baixar para um outro GPS ou um novo consegui visualizar os pontos?

    • Gisely Bohrer

      Oi Josemar não entendi a pergunta. Mas vamos falar sobre os pontos. Quando for baixar o tracklog no wikiloc, marque a opção ( ) Incluir locais mostrados no mapa – Ver detalhes e assim o tracklog será baixado com os pontos.

  25. você escreve muito bem & elegantemente. parabéns! adorei…

  26. Na parte de acampamento e necessário acampar no Camping ou pode fazer o acampamento em qualquer lugar

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